Terra dos Dinos
Parque temático com dinossauros em tamanho real em plena Mata Atlântica.

Um refúgio de montanha no coração verde de Miguel Pereira, onde história, sustentabilidade e vida em família crescem no mesmo solo.
Antes de estância climática, estas montanhas foram morada dos índios puris e passagem obrigatória do Caminho Novo do Tinguá.
No século XIX, o ciclo do café transformou a região: fazendas se multiplicaram pelas encostas e as ferrovias chegaram para escoar a produção, cortando vales com pontes de ferro que ainda hoje impressionam.
Com o clima ameno e o ar puro da serra, o lugar foi indicado pelo médico sanitarista Miguel Pereira como estância climática. Recomendação que consolidou a vocação da cidade para o descanso, a saúde e o convívio com a natureza, e que batizou o município.
É nessa herança de café, trilhos e ar limpo que a Fazenda Vasconcellos planta o seu cotidiano.
Tudo a poucos minutos do portão: natureza, memória ferroviária e cultura serrana.
Parque temático com dinossauros em tamanho real em plena Mata Atlântica.
Espelho d'água cercado por montanhas, ideal para caminhadas e contemplação.
É uma obra de engenharia belga inaugurada em 1897, em arco de aço sobre o vale.
Cartões-postais do centro, com comércio charmoso e cafés locais.
Um passeio de trem como nos velhos tempos.
O maior circuito da América Latina.
Três selos nascidos da nossa terra, com manejo responsável e colheita no tempo certo.
100% arábica, torra artesanal, com notas marcantes de chocolate e castanhas, herdeiro direto do ciclo do café na região.
Refeições e preparos leves feitos com ingredientes frescos e orgânicos colhidos na própria fazenda.
Cestas de hortifrúti 100% orgânico, colhidas e entregues semanalmente no Rio de Janeiro.
Seleção rigorosa de gado leiteiro e equinos de raça, com acompanhamento morfológico e bem-estar animal em primeiro lugar.
Matriz de altíssima produção, com úbere bem inserido, aprumos corretos e excelente capacidade corporal.
Rusticidade tropical somada à produtividade leiteira, com ótima adaptação ao clima da serra.
Estrutura profunda, linha de dorso firme e temperamento dócil, resultado de anos de seleção.
Animais de pelagem escura intensa, garupa longa e aprumos corretos, criados soltos em piquetes amplos.
Pelagem pampa marcante, cabeça expressiva de perfil retilíneo e marcha cadenciada, de grande comodidade. Coberturas disponíveis.
Porte imponente, peito largo, dorso curto e forte, com marcha ampla e excelente dissociação. Coberturas disponíveis.
Nas maiores altitudes , o café arábica encontra clima ameno, noites frescas e solo fértil: a combinação que dá origem a grãos doces, aromáticos e de acidez elegante.
Nossos talhões de café arábica acompanham o relevo das montanhas, plantados em curvas de nível para proteger o solo e aproveitar cada gota de chuva.
O espaçamento entre as ruas garante luz, ventilação e espaço para o manejo, resultando em plantas equilibradas e cargas uniformes de frutos.
A folha conta a história do cafeeiro: nutrição, sanidade e vigor são avaliados de perto para orientar adubação e cuidados ao longo de todo o ciclo.
Da florada à colheita seletiva no ponto cereja, cada etapa é conduzida pela família, com secagem controlada e lotes rastreados até a torra.
Cultivamos exclusivamente variedades de Coffea arabica, com colheita seletiva, secagem em terreiro e armazenamento em ambiente controlado. É desse cuidado que nasce o Café Miguel Pereira, nosso café especial de origem única.
Nos talhões de milho, o ciclo se renova a cada safra: solo bem preparado, sementes escolhidas a dedo e um acompanhamento atento do plantio à colheita.
Plantado em talhões extensos, o milho cresce verde e vigoroso, acompanhado de perto da brotação à floração para garantir uma lavoura uniforme.
É nas fileiras bem alinhadas que as espigas se desenvolvem cheias e sanas, fruto de um manejo equilibrado de nutrição e solo.
O milho divide o espaço com pastos e matas na medida certa, fazendo parte de um sistema de produção que respeita o ritmo da terra.
Espiga por espiga, a colheita é acompanhada de perto por quem conhece cada canto da lavoura, garantindo grãos no ponto ideal.
O milho colhido na propriedade tem destino certo: alimenta o rebanho, compõe a ração dos animais e abastece a cozinha da fazenda. Do plantio à colheita, tudo é conduzido com o mesmo cuidado que marca a nossa produção.
Nas encostas de solo profundo, o bananal cresce em fileiras generosas, com sombra fresca, folhas largas e cachos que amadurecem no tempo certo.
O plantio em linhas respeita o relevo e garante boa circulação de ar e luz, condição essencial para touceiras fortes e cachos uniformes.
Entre as ruas do bananal, a cobertura verde protege o solo da erosão e mantém a umidade, favorecendo o desenvolvimento das plantas.
Desbaste, adubação e escolha do ponto de corte são decididos planta por planta, com quem conhece cada canto da propriedade.
A banana colhida no ponto segue fresca para a Feirinha da Fazenda e para a mesa de casa, além de render doces, bolos e bananada feitos na cozinha da sede.
Canteiros cultivados com capricho, colheita feita no dia e sabor de comida de verdade: das folhas e raízes aos morangos vermelhos de aroma inconfundível.
Brócolis, couve e outras folhosas ocupam canteiros bem tratados, com rotação de culturas e adubação orgânica preparada na própria fazenda.
Cultivados em canteiros altos e protegidos, os morangos amadurecem doces e perfumados, colhidos um a um no melhor momento.
A mandioca e outras raízes completam a produção da horta, garantindo variedade durante todo o ano e fartura na cozinha da fazenda.
Tudo o que sai da horta chega fresco à mesa e à Feirinha da Fazenda, colhido no mesmo dia e sem intermediários entre o canteiro e quem consome.
Colmeias instaladas perto das matas e das floradas produzem um mel de aroma marcante, ao mesmo tempo que garantem a polinização de toda a propriedade.
Com equipamento completo e muita calma, cada caixa é aberta e inspecionada para acompanhar a rainha, as crias e as reservas de mel.
A colheita do mel é feita em grupo, com fumaça branda e respeito às abelhas, preservando a força das colônias para as próximas floradas.
O mel é extraído em pequenos lotes e envasado na fazenda, conservando aroma, sabor e a identidade das floradas de cada estação.
Passeios a cavalo ao amanhecer, crianças descobrindo a natureza, o cuidado diário com carneiros e ovelhas, além da sede como ponto de encontro.
O trator azul é o brinquedo preferido do fim de tarde: uma volta pelos pastos, muita risada e a mata fechada como paisagem.
As crianças alimentam carneiros e ovelhas na mão, descobrindo cedo o respeito e a paciência que o trato com os animais exige.
Entre os galhos das árvores centenárias nascem os melhores esconderijos: aqui a natureza é o quintal de brincar.
A curva da estrada de terra anuncia a fazenda, e a criançada comemora na janela porteira adentro.
Na sala da sede, de janelas altas e lareira acesa nas noites frias, a família se reúne para o café e as boas histórias.
Os cães acompanham cada ronda pela propriedade: guardiões afetuosos que fazem parte da família há muitos anos.
Cada nascimento no rebanho é acompanhado de perto, e os cordeirinhos mais novos ganham colo e mamadeira até se firmarem no pasto.
A rotina do leite abre o dia: sala de ordenha higienizada, equipamentos revisados e o cuidado individual com cada matriz.
Pães, torradas e bolo caseiro em cestas de palha abrem a mesa do café da manhã, sempre com café da própria fazenda.
Quando a serra esfria, a lenha crepita na lareira e a conversa se estende até tarde, ao redor do fogo.
O bule de esmalte vermelho e o bolo saído do forno: o encontro simples que fecha todas as tardes na fazenda.
As cavalgadas saem cedo, quando a neblina ainda cobre o vale e o silêncio da mata acompanha o passo dos animais.
Ao cair da tarde, o rebanho volta em fila para o aprisco: cena repetida há gerações nestas encostas.
O portal de madeira entalhado é o marco da chegada: cavalo à mão, sorrisos largos e a certeza de dias soltos no campo.
Os tucanos são moradores antigos da mata ao redor e descem sem cerimônia para pousar no braço de quem passa.
Entre as palmeiras e o verde das montanhas, a piscina é o ponto de encontro das tardes quentes na sede.
Aqui o campo não é cenário: é rotina. Cada colheita, cada potro nascido e cada café passado ao fim da tarde fazem parte da história que a nossa família escreve nestas montanhas.
Da cana colhida no talhão ao descanso em barris de carvalho: uma cachaça artesanal feita em pequenos lotes, com paciência e controle em cada etapa.
Destilação lenta em panela de cobre batido, que preserva os aromas da cana e dá à cachaça o seu caráter macio.
Sob o telhado de telhas antigas, os tanques de inox recebem o caldo fermentado que segue para o alambique.
Cada dorna é acompanhada por temperatura e tempo, garantindo uma fermentação limpa e lotes sempre uniformes.
Os barris de carvalho guardam a cachaça por meses, arredondando o sabor e trazendo notas de baunilha e madeira.
Engarrafada na propriedade e selada com o brasão da família, nossa cachaça artesanal de 750 ml traduz todo o cuidado do alambique.
Edição especial em caixa de madeira com garrafa de cachaça artesanal e dois copos gravados, ideal para presentear com a tradição da fazenda.